Tripofobia: Conheça mais sobre a fobia de padrões irregulares

Tempo de leitura: 7 min

Escrito por gabriel araujo

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A tripofobia é caracterizada predominantemente pelo medo irracional de imagens e objetos que tenham padrões irregulares causados por buracos. Inclui-se na lista também os favos de mel, agrupamentos de buracos localizados na pele, madeiras, plantas ou esponjas. 

Portanto, trata-se de um incômodo que é causado na pessoa ao observar um objeto, ou superfície com pequenos furos agrupados ou, simplesmente, formado por formas irregulares. 

A tripofobia também pode ser considerada como nojo, isso porque as pessoas que a possuem, podem ter a sensação de nojo ao observar um objeto do tipo. 

Dessa maneira, os tratamentos são conduzidos com todos os cuidados possíveis para que os pacientes não precisem sentir nenhum tipo de sensação desconfortável, incluindo cuidados como ter um avental cirúrgico sem nenhuma característica que possa ocasionar o mal-estar na pessoa. 

Quando as pessoas que possui esse tipo de fobia se deparam com algum objeto que, para ela, é desconfortável de se ver.

Automaticamente elas se sentem mal e surgem os sintomas mais comuns de serem vistos, que é a coceira, tremores, formigamento e a mais comum de todas, que é a repulsa no contato com estes padrões. 

Em casos mais graves, a tripofobia pode levar a um estado ainda mais desconfortável, que são os enjoos, aumento dos batimentos cardíacos e, até mesmo, crise de pânico. Todas essas consequências serão citadas ao longo do artigo. 

Quando se trata de serviços que os funcionários precisam lidar com alguns objetos que podem ocasionar algum mal-estar conectado com a fobia, a empresa pode acionar um centro de medicina do trabalho para executar todos os diagnósticos a fim de saber se candidato possui, ou não, problemas com objetos que possuem pequenos furos. 

As pessoas que têm essa fobia, geralmente sofrem com mal-estar, arrepios e calafrios quando olham para uma superfície que tem pequenos orifícios reunidos ou superfícies simétricas que estejam agrupadas. 

Um dos exemplos mais usados para identificar se a pessoa possui essa fobia, é a vagem de sementes da flor-de-lótus. 

Em casos mais extremos, o paciente que sofre com tripofobia pode evitar, até mesmo, pegar uma escada rolante pelo seu simples formato que é composto por algumas furações e formatos assimétricos. 

Contudo, há uma série de objetos presentes na terra que podem fazer com que a pessoa, que possua fobia, passe por um mal-estar. Parte desses objetos são:

  • Corais;
  • Escumadeiras com furos;
  • Romãs;
  • Bolhas agrupadas na pele;
  • Pingos de água;
  • Olho composto de inseto;
  • Desenhos circulares na pele;
  • Texturas;
  • Manchas na pele e insetos.

Sintomas da tripofobia

Como já podemos imaginar, a tripofobia surge quando a pessoa vê um objeto com pequenos furos agrupados ou formas simétricas agrupadas. Caso estas características estejam presentes na pele humana, a tripofobia é amplificada. 

Quando são pegas com uma série de pequenos buracos agrupados, as pessoas que têm esse tipo de fobia desenvolvem uma sensação de nojo. 

O mesmo ocorre com funcionários que trabalham com licença ambiental, visto que eles devem analisar locais que têm presença da natureza, logo, eles podem se deparar com algumas surpresas que a natureza pode apresentar para as pessoas que sofrem com esse tipo de fobia. 

Em outros casos, esses pacientes podem ter outros tipos de sensações, como o próprio medo e aversão. 

Por esse motivo, vale a pena reforçar todos os cuidados na hora do tratamento do paciente, disponibilizando uma poltrona hospitalar que a pessoa possa se sentir confortável na hora de iniciar o processo. 

Geralmente, pessoas que sofrem esse tipo de fobia não conseguem distinguir situações em que há, ou não, algum nível de periculosidade, tratando-se de um reflexo inconsciente que resulta em reações que não podem ser controladas. 

Há ocasiões mais extremas que o local de tratamento do paciente precisa, até mesmo, contar com um lençol hospitalar para que o paciente possa deitar e se sentir mais tranquilo.

 Dependendo do seu nível de fobia, estar em uma condição mais tranquila é fundamental para que o processo possa ocorrer da melhor forma possível. 

Em outras palavras, tratar esse tipo de fobia é uma luta constante que o paciente precisa aprender a lidar. 

Contudo, o que pode ser um gatilho para que a pessoa tenha algum tipo de mal-estar, pode não ser para outro. Enfim, alguns dos sintomas mais comuns que podem ser observados, são:

  • Arrepios;
  • Coceira;
  • Repulsa;
  • Desconforto;
  • Angústia;
  • Suor;
  • Náusea;
  • Calafrios;
  • Aceleração dos batimentos cardíacos;
  • Ansiedade e ataque de pânico.

Com esses sintomas, podemos concluir que ter esse tipo de fobia é, realmente, desconfortável.

 Sendo necessário, em alguns casos, o responsável pelo paciente procurar no Google por “venda de equipamentos médicos”  que possa, de alguma maneira, melhorar as condições clínicas da pessoa que sofre com a tripofobia. 

O que a ciência e a psicanálise acham sobre a tripofobia?

Um dos primeiros estudos dedicado à tripofobia, foi publicado em 2013, e sugeriu que esse tipo de medo pode ser uma herança genética, e não desenvolvida ao longo da vida. 

Os pesquisadores concluíram que a tripofobia foi desencadeada por uma série de cores que possui, por natureza, um nível de contraste alto em um determinado arranjo gráfico. 

No estudo, também foi possível observar que as pessoas afetadas pela fobia estavam, de maneira subconsciente, associando itens que eram completamente inofensivos, a vagens de sementes de flor-de-lótus, a animais que possui um nível alto de periculosidade, como o próprio polvo de anéis azuis. 

De acordo com o estudo que foi publicado pela revista Psychological Science, é possível observar a afirmação de que a tripofobia é desencadeada pelo estímulo de uma porção primitiva do cérebro que associa os buracos a alguma coisa que pode apresentar perigo. 

Em 2017, foi publicado outro estudo que mostrou que, quando crianças, eram expostas às imagens de animais peçonhentos com texturas de pele que, por sua vez, eram o fator determinante para causar a fobia. 

Quando essas mesmas pessoas eram expostas aos mesmos animais peçonhentos, sem os padrões que costumam causar o mal-estar da fobia, a repulsa simplesmente desaparecia.

 Portanto, o paciente precisa lidar com essa fobia como se fosse um serviço de calibração, na intenção de evitar que objetos compostos por pequenos furos possam ser vistos. 

Em contrapartida, a American Psychiatric Association do “Manual Diagnóstico e Estatístico”, não reconhece a tripofobia como uma fobia social, entretanto, as pessoas que sofrem com esse tipo de fobia assegura que a sensação é, realmente, de uma fobia social. 

Os estudiosos de psicanálise também expressaram sua opinião sobre a tripofobia, dizendo que as imagens de buracos aparentemente anormais, que não deveriam estar lá, estão relacionadas com a negação da castração, e o horror ao vazio e a falta.  

Fatores de risco

Até os dias atuais, não se sabe muito sobre os fatores de risco que estão ligados à tripofobia. Entretanto, um estudo que foi realizado em 2017 descobriu uma possível ligação entre a própria fobia com o transtorno depressivo maior e o transtorno de ansiedade generalizada. 

Contudo, os pesquisadores acham que as pessoas com tripofobia têm mais chances de experimentar algum transtorno depressivo ainda maior. 

Em 2016 também foi publicado outro estudo que observou uma ligação entre a ansiedade social e a tripofobia. 

Como o tratamento é feito 

Felizmente, há várias formas de tratar esse transtorno psicológico, sendo a terapia de exposição a forma mais eficaz. Esse tipo de terapia age diretamente no medo que a pessoa tem, para que o paciente consiga mudar a sua resposta em relação ao objeto que provoca o mal-estar. 

Todo o procedimento é executado com todos os cuidados possíveis para que a pessoa não desenvolva nenhum tipo de trauma. 

Para evitar qualquer tipo de risco, todo o processo é feito com o acompanhamento de um psicólogo, através da exposição ao estímulo que provoca a fobia de forma gradual. 

Parte do processo é feito através do diálogo, usa técnicas de relaxamento para que a pessoa enfrente os seus piores medos, até o desconforto diminuir. 

Dependendo do processo, a terapia pode ser conduzida com outras técnicas que ajudem a reduzir os níveis de ansiedade e tratar esse medo. Estas técnicas são:

  • Tomar remédios para ajudar a reduzir a ansiedade e os sintomas de pânico;
  • Praticar técnicas que fazem com que o corpo entre em estado de relaxamento;
  • Praticar exercícios físicos para reduzir a ansiedade.

Por sua vez, a tripofobia não é reconhecida no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria.

 Porém, como já foi visto no decorrer do artigo, alguns estudos afirmam que a tripofobia existe, e pode provocar sintomas que condicionam a vida das pessoas. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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