Tiramos 6 dúvidas sobre dedetização de ambientes

Tempo de leitura: 3 min

Escrito por Carlos Meira

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Se os insetos estão atormentando você, talvez seja o momento de recorrer a um serviço profissional para conter a depredação. Esses pequenos elementos possuem alto poder destrutivo e podem transmitir doenças. Mas, diversas pessoas ainda tem dúvidas sobre dedetização e até receio de acertar com uma empresa que faça o procedimento.

A seguir, iremos responder a algumas questões constantes sobre controle de pragas.

Acompanhe a leitura e saiba como manter sua residência e sua empresa livre de invasores.

1. Qual é a diferença entre desinsetização, dedetização e controle de pragas?

A palavra dedetização era associado ao diclorodifeniltricloroetano, um pesticida usado em plantações. Essa mercadoria foi proibida no Brasil em 2009, porque provocava contaminação de alimentos e complicações de saúde em humanos.

Apesar de o apelido comum “dedetização” permaneça, as empresas que trabalham no controle de insetos preferem o termo desinsetização. Trata-se da forma mais adequada para determinar os procedimentos de reconhecimento das espécies, destruição dos focos de infestação e imunização do espaço. No caso da inspeção de cupins e brocas, o serviço é chamado de descupinização.

Vale salientar que a barreira química é somente uma fase do conhecido controle integrado de pragas. Para evitar seres malquistos, também é necessário apelar a boas práticas como higienização do ambiente e descarte correto do lixo.

Tiramos 6 dúvidas sobre dedetização de ambientes
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2. A dedetização com substâncias químicas é segura?

Com certeza, desde que seja feita por um grupo de trabalhadores responsáveis. Somente companhias licenciadas pelas instituições competentes podem coordenar o controle de insetos. Os funcionários isolam o espaço e vestem trajes de segurança individual durante todo o procedimento.

Essas cautelas exitem pois as mercadorias domissanitários utilizados na desinsetização são extremamente tóxicos. Contudo, quando se segue as instruções de segurança, não tem riscos para pessoas nem para animais domésticos. É possível voltar ao local imunizado em poucas horas, sem perigo de se intoxicar.

3. Quanto tempo esperar antes de retornar ao ambiente?

O tempo de isolamento varia de acordo com o procedimento feito. Por exemplo, a utilização líquida exige que o perímetro fique vazio por pelo menos 12 horas. Esse é o período preciso para o produto secar.

Após isso, orienta-se abrir as janelas por duas horas para arejar o interior do edifício. Portanto, as instalações poderão ser retomadas integralmente.

Animais domésticos e plantas devem ficar fora do local por 24 horas. A mesma ação pode valer para pessoas sensíveis, como grávidas, crianças e alérgicos a produtos inseticidas.

Se os procedimentos utilizados forem a aplicação de gel ou a implementação de armadilha luminosa, não é preciso sair do ambiente.

4. A dedetização causa danos ao imóvel?

Diversos clientes acreditam que os elementos utilizados na dedetização danificam os móveis, porém não é bem assim. Em algumas circunstâncias, podem surgir manchas escuras na madeira, mas elas desaparecem com o tempo.

Outra contestação constante é sobre o odor pronunciado. Esse é o odor do solvente, que também tende a sumir em poucos dias. A sugestão é manter as salas ventiladas, com janelas e portas abertas sempre que possível.

5. Os insetos desaparecem logo após a dedetização?

Não necessariamente. Os domissanitários iniciam a ação na hora da aplicação, porém, dependendo da dimensão da colônia, passam-se alguns dias até que a praga seja removida. Como os produtos sofrem ação residual, ou seja, ficam no local por muitas semanas, é possível que insetos mortos apareçam no ambiente mesmo após a imunização.

Também pode ocorrer de alguns seres sobreviverem à desinsetização, mas isso é raro. Numa circunstância dessas, os trabalhadores responsáveis devem voltar no endereço e fazer os ajustes precisos. Portanto, é importante contratar uma empresa que disponibilize garantia do serviço com assistência técnica durante todo o tempo.

6. Qual é a frequência correta para fazer o controle de pragas?

Os domissanitários sofrem perda de efeito em cerca de três meses. Para deixar o local sempre preservado de novas infestações, aconselha-se a reparação da imunização antes mesmo que o prazo de garantia se acabe.

No entanto, a frequência ideal pode variar. Estabelecimentos comerciais e serviços públicos apontam grande circulação de pessoas. Clínicas, escolas, restaurantes, lojas, escritórios ficam mais expostos a ação de pragas urbanas, que podem vir oculto nas roupas dos visitantes.

Essas empresas devem deixar um controle de insetos ainda mais constante. Inclusive, alguns ramos possuem normas específicas sobre a desinsetização.

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