Refinanciamento imobiliário: o que é e como funciona

Tempo de leitura: 7 min

Escrito por gabriel araujo

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Investir em um projeto exige na maioria das vezes a aplicação de um capital inicial, ainda mais quando se trata de um negócio de alto valor. Para ter acesso a tal valor muitas pessoas recorrem  a empréstimos e um refinanciamento pode ser uma saída.

Afinal, é preciso encontrar um alternativa que torne possível a abertura de um negócio ou aquisição de um patrimônio específico, sem que esse investimento se revele como algo 

prejudicial aos seus planos, com juros que ultrapassam muito o valor de retorno.

É o mesmo tipo de relação que o comércio deve ter ao precificar os seus produtos e  serviços em busca de definir um valor ideal que cubra os custos de produção, rendendo um número positivo para esse empreendedor, a justificar a existência desse negócio.

Ao trabalhar com esse objetivo, muitas empresas recorrem aos serviços de uma assessoria fiscal, a se responsabilizar pelo controle das atividades financeiras de um negócio, incluindo a média de lucro, com a redução das despesas e taxas a serem pagas.

Mas essa é a realidade de quem comanda um negócio de grande porte, contando com toda uma rede suporte, a ajudar no processo de tomada de decisões acerca do seu empreendimento, garantindo dessa forma a prosperidade desse projeto.

Quando o foco muda para um indivíduo comum, que se encontra no processo de procurar investimento para que a sua ideia se torne um negócio, e quem sabe futuramente ter acesso a todos os parceiros comerciais comuns de um conglomerado, a situação diverge.

Até porque a grande maioria das entidades bancárias buscam algum tipo de garantia antes de realizarem algum tipo de empréstimo, tratando essa cessão de valores como um investimento para os ativos financeiros do banco, prevendo um lucro também para si.

Contando nesse caso com o suporte de profissionais bancários que entre outras atividades são responsáveis por realizar transações como uma cotação de seguro, identificando o valor a ser alcançado mediante um seguro de investimento.

Logo, é possível afirmar que as agências financeiras também buscam ajudar seus clientes a crescerem profissionalmente, para que seja possível o pagamento das parcelas do empréstimo, por exemplo, tornando essa transação positiva e lucrativa para ambos.

E entre as opções disponíveis para se conseguir um financiamento nesse sentido é a partir de um refinanciamento. Uma prática do mercado financeiro que trabalha como sua principal ponte de apoio ao sistema imobiliário, um dos patrimônios de maior valor no mercado.

Como funciona um refinanciamento imobiliário?

A prática de refinanciamento trabalha de maneira similar ao financiamento tradicional, no qual uma entidade financeira se propõe a emprestar um certo valor, tornando possível o início de um projeto, ou a aquisição de um novo patrimônio.

Os lucros desse tipo de investimento estão na taxa de juros que se encontra associada às parcelas mensais de pagamento desse empréstimo. A garantir dessa forma que ambos os lados presentes nessa negociação comercial saiam economicamente satisfeitos.

Existindo diversos métodos ao que se refere ao modelo de investimento acordado entre as partes dessa proposta comercial de aplicação financeira, como o sistema de consorcio imobiliario, no qual várias pessoas se reúnem com o propósito de custear o seu imóvel.

Entre essas opções chegamos ao refinanciamento, um modelo no qual esse empréstimo bancário é autorizado a partir do momento que o cliente em questão coloca como prova de capacidade de liquidez da dívida o seu próprio patrimônio, com destaque para os imóveis.

Com isso, surge o chamado refinanciamento imobiliário, no qual o indivíduo pode colocar sua casa como seguro para que um certo valor de financiamento seja liberado por parte do banco, principalmente quando se trata de um empréstimo de alto valor de aplicação.

Um sistema que diferente do financiamento tradicional, funciona a partir de uma baixa taxa de juros, já que existe como caução aos débitos um imóveld e determinado valor. Ou seja, caso o cliente não consiga pagar essa dívida existe a possibilidade do imóvel ser tomado.

Um patrimônio a ser vendido por parte das entidades bancárias, para que seja possível arcar com o valor do crédito feito junto ao cliente que recorreu a esse sistema de aplicação. Sendo assim, um modelo de aplicação que deve ser visto com atenção por parte do cliente.

É considerável, por exemplo, recorrer aos serviços de um escritório de consultoria contábil, de forma a não analisar com atenção o contrato de refinanciamento imobiliário a ser feito, mas também para avaliar se essa é a melhor opção de investimento disponível.

Afinal, devo recorrer a tal investimento?

Não existe uma resposta certa, pois por mais que esteja sendo colocado em risco a sua propriedade particular, os valores desse tipo de investimento são muito menores se comparados com outras taxas de juros disponíveis no mercado.

Logo, tudo depende da realidade do cliente em questão, de acordo com a sua situação financeira, o seu planejamento comercial, e claro, os seus objetivos com tal tipo de aplicação, para que seja possível lucrar com tal tipo de investimento.

É o mesmo tipo de ação relacionado a um jogo de cartas, no qual o jogador às vezes tem que decidir se vale a pena arriscar o seu número maior, com o intuito de se adquirir um resultado ainda superior, levando o mesmo à vitória.

Ao mesmo tempo, não é preciso se preocupar, pois um financiamento imobiliário está longe de ser uma aposta vazia ou um jogo de azar. 

Trata-se na verdade de uma movimentação comercial comum entre as entidades financeiras, sendo fielmente regulamentada.

Pois da mesma forma com que se mostra necessário ter um alvará de regularização SP, para abrir um estabelecimento na região, as instituições bancárias que operam com esse tipo de empréstimo também, devem ter o aval dos órgãos competentes.

Afinal, é o seu patrimônio que está sendo colocado à prova nesse tipo de aplicação. Sendo essa uma boa opção também para quem busca algum tipo de empréstimo de valor, necessário para abrir uma empresa e torná-la competitiva ao mercado, por exemplo.

Normalmente, o valor do financiamento costuma a trabalhar com números que se aproximam ao custo total do patrimônio, podendo chegar até mesmo a 75% desse valor, dependendo do tipo de acordo realizado entre ambas as partes.

A melhor resposta acerca das dúvidas sobre recorrer ou não a esse tipo de financiamento está na necessidade do indivíduo, e também em seu controle administrativo de suas finanças, pois créditos altos levam também à dívidas maiores.

Principalmente quando se trata de um valor a ser aplicado em um negócio próprio de alto investimento, sendo preciso trabalhar com o apoio de um bons serviços de escrituração, que registre todos os gastos e custos desse projeto, a prever o fim desses débitos.

Após se debruçar sobre o assunto e perceber que um refinanciamento imobiliário é a melhor solução é importante então recorrer às entidades bancárias que realizam esse tipo de serviço, com todos os documentos necessários, que nem são muitos assim.

O que é necessário para realizar esse negócio?

Ao entrar contanto com a instituição financeira que mais lhe chamou atenção, envolvendo o prestígio desse banco no mercado, além da taxa de juros aplicada, é comum que o gerente dessas entidades o acompanhe por todo o processo, inclusive na questão de documentos.

Entre os dados necessários é possível citar:

  • Documento de identificação (RG, passaporte, carteira de motorista);
  • CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante do imóvel.

O último se refere ao registro do imóvel, a confirmar que essa propriedade pertence ao cliente em questão, além de estar legalmente lavrado nos órgãos de registro.

Além dessa documentação necessária, é preciso também que esse imóvel não esteja associado a alguma dívida, sendo a algo a ser considerado pela assessoria fiscal a ser realizado, contabilizando assim o valor desse possível financiamento.

Porém, isso não significa que um patrimônio cujo financiamento ainda não foi concluído esteja proibido de participar desse modelo de investimento.

Posso financiar um imóvel não quitado?

A resposta nesse caso é positiva, contudo no valor do empréstimo, assim o orçamento das parcelas mensais dessa dívida irão lidar com os respectivos juros e multas às serem descontados nesse cálculo.

A maior exigência nesse sentido é de que o saldo devedor esteja em um nível inferior ao valor almejado para o empréstimo, de forma a liberar esse tipo de aplicação por parte das instituições financeiras.

Por fim, é possível afirmar que um refinanciamento imobiliário pode ser a melhor solução para uma aplicação específica aos seus negócios, independente da área deste empreendimento, como uma loja de roupas ou com serviços de tradução de documentos.

Dependendo apenas do seu planejamento a longo prazo, a fazer com que o seu patrimônio não sofra nenhum risco, e ainda possa ser usado como um ativo de segurança para os seus diversos empreendimentos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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