Açúcar refinado: Conheça os principais malefícios para a saúde

Tempo de leitura: 7 min

Escrito por gabriel araujo

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Dentro da cozinha existem diversos temperos e condimentos responsáveis por dar sabor e graça aos alimentos consumidos no dia a dia. Um deles é o açúcar, que apesar de seu gosto agradável, o resultado dele para a sua dieta pode ser bem amargo.

Existindo inclusive uma associação entre tal alimento com sensações positivas, como alguém sendo considerada uma pessoa doce, uma situação açucarada, entre outras situações similares. A mesma coisa não acontece com outros temperos, por exemplo.

A questão é que o açúcar, de fato, é reconhecido por ter um sabor mais chamativo. Atraindo a atenção das pessoas desde a sua infância, como na fascinação das crianças por doces. Algo que muitas vezes continua na vida adulta, porém com um autocontrole maior.

E de fato o açúcar se trata de um dos maiores mercados no que envolve os setor alimentício, diante do seu uso nos mais diversos tipos de produtos, tanto naturais como industrializados. Sendo encontrados em balas, biscoitos, mas também em pão congelado.

Agindo tanto como um condimento para produtos doces, como também como um elemento de estabilidade em alimentos salgados, a garantir com que exista um sabor mais suave, além de utilizar do fator viciante que está associado à concepção química do açúcar.

O que acaba por levantar um problema comum em associação ao açúcar, que é o seu consumo exacerbado, tanto por questões viciantes como pela simples preferência do indivíduo em consumir refeições açucaradas, com destaque para sobremesas.

Uma situação a mover mercados que estão além do alimentício, mas que possuem certa associação. Como um distribuidor de descartáveis, a fornecer pratos e talheres para festas de aniversário, que terão uma importância maior durante o cantar do parabéns.

Normalmente associado à distribuição de fatias de bolo, como um produto açucarado que se tornou popularmente um símbolo central nesse tipo de celebração. De certa forma uma valorização ao açúcar que não acontece com outros condimentos ou sabores.

Pontos importantes de serem levantados e até discutidos, porque de fato o consumo excessivo de açúcar pode resultar em diversos problemas para os indivíduos em questões de saúde, principalmente quando nos referimos ao açúcar refinado.

Açúcar Refinado: o grande vilão da saúde

É comum vermos em artigos e matérias que envolvem a questão da saúde, principalmente quando tratam da questão da alimentação, o açúcar assumindo uma posição de grande antagonismo, como algo a ser evitado a qualquer custo, por seus pontos negativos.

E de fato isso se trata de uma realidade, por causa do baixo valor nutricional desse alimento, no entanto, é necessário também entender a fundo o porquê do açúcar ter recebido essa colocação, ao destacar um modelo específico.

Nesse caso sendo a posição do açúcar refinado. Onde caso houvesse uma análise profunda dos seus hábitos alimentares, assim como uma empresa de inspeção de qualidade observa as ações de uma companhia, poderia ser apontado esse antagonismo.

E muito do lado negativo é provindo dos processos químicos que envolvem a produção desse modelo específico de açúcar, o distanciando cada vez maior de sua origem natural, tendo como base de sua fabricação a cana-de-açúcar, um produto totalmente orgânico.

O problema é que para que a cana se transforme no açúcar de tonalidade branca que vemos no supermercado, é necessário que esse alimento passe por uma série de processos químicos, responsáveis pelo refinamento do açúcar, o que explica o seu nome.

Sendo esse um dos materiais a serem extraídos da cana-de-açúcar, cuja exportação está muito voltada também para a produção de álcool, exemplificando como ao passar pelo modelo químico específico a cana pode resultar em diferentes materiais.

Cada vez mais afastando de sua vertente natural, e que por causa desses produtos adicionados vai não só perdendo os seus nutrientes, como passa também a representar um risco para a saúde, ainda mais caso seja consumido em excesso.

Pois quanto mais refinado for este açúcar, maior se torna a velocidade com que o mesmo eleva o nível de sangue de quem o consome, o que pode resultar em uma série de doenças, prejudicando o funcionamento do organismo.

As enfermidades mais comuns associadas a esse consumo exagerado de açúcar são a diabetes e a obesidade, que pode levar a uma série de problemas para o indivíduo, a depender da gravidade das doenças citadas, prejudicando a vida e o trabalho da pessoa.

Principalmente se o seu ofício tiver uma dependência física, com tal risco associado ao consumo em excesso de açúcar podendo ser apontado pela área de Serviço de Medicina do Trabalho, como um dos grandes antagonistas de quem procura ter uma vida saudável.

E por mais que muitas vezes o açúcar esteja associado à gordura, eles se tratam de elementos distintos. Sendo possível a pessoa ter um problema de altos níveis de açúcar no sangue, levando à diabetes, sem necessariamente apresentar um quadro de sobrepeso.

O que não significa que esse produto açucarado precise ser cortado de sua vida, até por existir uma grande variedade quando se fala na disposição dos açúcares em sua alimentação diária.

Tipos disponíveis de açúcar

Ao verificar nas prateleiras do supermercado é possível encontrar uma grande variedade de açúcares, indo além do tradicional modelo refinado. Existindo até mesmo uma falta de conhecimento sobre a origem dessas diferentes modalidades, sobre sua produção em si.

Isso porque tradicionalmente as variações encontradas são:

  • Refinado;
  • Açúcar;
  • Demerara;
  • Mascavo.

Todos tendo origem na cana-de-açúcar, com sua diferenciação vindo dos processos químicos a serem utilizados em sua refinação. Pois quanto a quantidade de procedimentos, mais branco o açúcar ficará, e menos rico nutricionalmente ele também estará.

Como se tal alimento passasse por um elemento filtrante, porém retirando não impurezas, mas sim os nutrientes que são derivados da cana.

Sendo uma ação responsável pela pobreza alimentar que acaba sendo associada ao açúcar, mesmo que tal posição negativa esteja mais conectado ao tradicional açúcar refinado, e não tanto aos outros modelos disponíveis no mercado.

Por mais que ele tenha uma certa importância dentro da rotina diária alimentar, principalmente ao levar em conta a variedade de açúcares que pode ser encontrado no ambiente, como a frutose, presente em frutas, e a lactose no leite e seus derivados.

A cana-de-açúcar é responsável pela sacarose, junto a série de fibras, que estão associados a esse tipo de alimento. Nutrientes porém que vão perdendo sua efetividade a cada fase de refinação ao qual o açúcar passa, antes de ser empacotado para venda.

E para evitar os problemas que acabam sendo destacados durante o consumo desse modelo em específico, torna-se importante saber como evitar a presença constante desse condimento em sua rotina alimentar.

Como reduzir o açúcar em suas refeições?

O primeiro passo a se destacar está na substituição do açúcar refinado por outras versões de menor dano ao organismo, dentro das opções citadas pelo texto, como o açúcar mascavo, que conta com uma composição mais próxima à cana-de-açúcar.

Junto a isso é preciso observar os níveis de açúcar presente nos produtos a serem consumidos diariamente. Elementos presentes nos mais diferenciados tipos de alimentos, assim como o carbonato de potássio a se destacar dentro da composição de um pão.

Uma análise detalhada para que seja possível consumir diariamente somente a quantidade indicada pelos especialistas da saúde. Em uma proporção de 10% em relação ao consumo diários de calorias no total, correspondendo a 50 gramas ou 4 colheres de sopa.

Sendo importante também reservar essa quantidade indicada para alimentos que possuam um maior valor nutricional, como é o caso das frutas, além de optar pela substituição do açúcar refinado por produtos como mel ou até mesmo a rapadura.

Alimentos de tom açucarado que se encontram mais próximos de sua composição natural, se comparados ao açúcar refinado. E junto a tudo isso é importante também evitar produtos industrializados, que contam com níveis excessivos de açúcar tradicionalmente.

Nesse caso é possível citar uma grande variedade de produtos, tais como:

  • Balas e doces;
  • Refrigerantes;
  • Cereais matinais;
  • Chá e cafés.

Ou seja, alimentos que possuem altas doses de açúcar em sua composição, ou então que costumam ser consumidos associados a doses inadequadas do alimento adoçante, como o que acontece com as bebidas quentes, por exemplo.

Ao se ter atenção a esses fatos, torna-se mais fácil para o indivíduo ter um controle maior sobre a sua alimentação, não necessariamente cortando o açúcar da sua vida, algo difícil até mesmo por causa dos componentes associados ao vício, presente no sedimento.

Com a melhor opção sendo a redução de consumo, a garantir um estado mais saudável em relação ao organismo do indivíduo, permitindo a prática  de uma série de atividades, sem a presença de alguma enfermidade.

Pois da mesma forma com que um laudo ambiental se mostra importante, para garantir a segurança do terreno para alguma obra, é preciso observar a qualidade da sua alimentação, para se certificar dos níveis de saúde que estarão associados a tal corpo.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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